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About Asinus Atlanticus

Asinus Atlanticus combines the production, processing, packaging and exportation of lyophilized (freeze-dried) donkey milk, and hopes to contribute to the preservation of biodiversity through the asinine species, which faces extinction.

Asinus Atlanticus Headquarter Location

Street Dr.Sousa Menezes

Angra do Heroismo, 9700-194,

Portugal

918 479 095

Latest Asinus Atlanticus News

Leite de burra. ‘Startup’ açoreana reforça exportação

Mar 18, 2018

O leite de burra está aconselhado para crianças com alergias às proteínas de leites tradicionais (de vaca, cabra, ovelha ou soja, por exemplo); crianças em geral, para fortalecer o seu crescimento; idosos com problemas de osteoporose; convalescentes; e pessoas em geral que pretendam uma alimentação saudável e natural. De acordo com os especialistas, o leite de burra é rico em vitamina C, sendo que o leite da Asinus contém até duas vezes mais Omega 3 (com uma proporção ideal entre Omega 3 e Omega 6) graças à alimentação dos animais feita exclusivamente com base em pastagem verde dos Açores, além de apresentar quatro vezes menos gordura e três vezes menos sódio (sal), terminando num “sabor doce natural que o torna mais agradável e aceitável”. “O leite de burra liofilizado com certificação biológica é um alimento natural, que aporta grande valor nutricional”, destacando-se pela “presença de potássio, cálcio, ferro, fósforo, magnésio, crómio, selénio e vitaminas E, C, B1, B2, B6, B9, B12, Omega 3, 6 e 9, assim como aminoácidos essenciais e não essenciais com uma excelente biodisponibilidade para o corpo humano”, garante a Asinus Atlanticus. Em Portugal, ainda não existem dados estatísticos sobre o consumo humano de leite de burra. A Asinus Atlanticus foi fundada em 2012 e tem vivido da venda de leite orgânico de burra para a indústria cosmética, sendo toda a sua produção para exportação. Agora, a empresa com base nos Açores tem uma previsão de produção de meia tonelada de leite liofilizado, totalmente para mercados externos. Na Europa, onde existem cerca de 15 a 20 quintas produtoras de leite de burra, o país com maior consumo é a Itália (leite liofilizado). Por todo o Médio Oriente e Índia, o consumo de leite de burra fresco é normal. Os principais clientes do leite de burra são as indústrias cosméticas de França, apesar de a tendência de consumo se estar a tornar cada vez mais geral. No segmento alimentar, os principais consumidores são os países da área de influência do Império Romano. Por isso, os maiores produtores de leite de burra são os italianos, embora não sejam conhecidos dados concretos sobre as suas produções e vendas. Quase todos os investimentos nas empresas produtoras deste nicho de mercado florescente são provenientes de sociedades de capitais de risco e de fundos de investimento, como é o caso da Asinus Atlanticus. A história do consumo de leite de burra remonta à Antiguidade, ao Império Egípcio. Cleópatra e o seu banho de beleza diário proporcionado pela ordenha de 700 burras é a referência histórica mais conhecida. Já o pai da Medicina, o grego Hipócrates (anos 460 a 370 a.C.), escrevia sobre as virtudes medicinais deste produto. No Império Romano, o leite de burra era comummente considerado como um remédio. O historiador Plínio, o Velho, (anos 23 a 79 d.C.), na sua obra enciclopédica “Naturalis Historia”, escreveu de forma extensiva sobre os seus benefícios para a saúde. Mas só depois de chegados ao Renascimento é que surgiu a primeira análise científica ao leite de burra. Foi nessa altura que o famoso naturalista francês Georges-Louis Leclerc (1708-1788) fez menção aos benefícios do leite de burra na sua “Histoire Naturelle”. São conhecidos relatos de que a irmã de Napoleão Bonaparte, Pauline (1780-1825), usava o leite de burra para os seus cuidados de pele. Ainda em França, no século XIX, o Dr. Parrot, do Hospital des Enfants Assistés, divulgou a prática de levar os bébés órfãos de mãe a serem alimentados diretamente pelas burras (“Bulletin de l’Académie de Médicine, 1882). Até ao século XX, o leite de burra foi vendido para abastecer orfanatos e para curar crianças mais delicadas, enfermos e idosos. PARTILHAR

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